Wednesday, 9 February 2011
Rola a pistola na Rua 21
Thursday, 4 November 2010
Parasitas de Orlão
Sodomitas parasitas a brincarem na chafurdice embalsamada
Em sentido pelos seus desejos de coitos anais, indolores a qualquer fervura
Sodomitas parasitas a elevarem o estado de putrefacção a anéis de diamantes e rubis
Usam e cravam nos seus corpos estes anéis de morte
A marca da USURA está na pele destes corpos nojentos
Coloridos a branco e preto, não vivem pelos sabores da vida
Mas pelos dissabores da morte
Sem alma nem coração
Sodomitas parasitas usurpam toda a seiva das árvores
Sodomitas parasitas bebem todo o sal do mar
Sodomitas parasitas sujam a terra
Seres sem anais, fecundados sem embrião
Medram por nada, espezinhando-se a si próprio
Canibais sodomitas parasitas a viverem em pêndulos de carne pobre
Resistem ao tempo alimentados por germes que noutros tempos foram pastos de alegria
Hoje não reside nada nesses pastos
Hoje existem poças de tristeza com sodomitas de ânus para o ar à espera da alma de perdida
Blasfemadores de órgãos mortos à espera do jus arborizado que nunca irá chegar
Estes pastos que já não são
Sunday, 27 July 2008
mecan_ismos
Ou ma….rionete
Ri …o cotonete ???
As máquinas são um brinquedo
Um objecto lúdico
Um abjecto do que é contra-natura
Um acrescento a ti
Máquina que é um brinquedo
Máquina faz de ti um brinquedo
Um brinquedo faz de ti um brinquedo
Não deixas de ser uma manivela para um joguete
Que faz de ti uma manivela um brinquedo
Quando pensas não te consegues mexer
Porque não és nada mais que um utensílio dessa maquina
Desse brinquedo que fez de ti o que “ele” não pensa
Mas faz de ti o que nem sequer pensas que te tornaste
Um brinquedo
entretenimento
O sujeito da palavra instrução tramada , todos aparte do conceito de animais que somos, todos entre o entretenimento, ocupados por distracções vivemos ocupados com ilusões que são nada mais que passatempos dos verdadeiros factos de passíveis razões.
Será que há tempo para isto, fora de entretenimentos ou nada passa de um verdadeiro ilusório divertimento.
Tantos os que são que se calhar nada passa de uma ilusão perceptível para nos entreter sem utilidade apenas da criatividade que no difere dos animais não racionais.
Corremos porque gostamos logo não nos devemos cansar ou queixar, será que tudo é um desporto?
Puxando pela nossa fadiga que nos tira do pensar?
Tudo o que questiono são perguntas pelo qual não tenho resposta.
Ou será que fomos induzidos e iludidos por tantas questões sem resposta, fomos induzidos a este mundano entretenimento sem utilidade nenhuma e questionas então o que fazer se não esta ilusão e todo o entretenimento que nos foi dado.
Desde desporto como passivo como activo, artes como activo como passivo, labutador como activo como passivo ???
Ovelha como activo como passivo ???
Será que é o matrix desta p#”)(/&%ta de realidade que nos ilude ….
Continuo a achar que andamos entretidos com tudo
Com objectivos
Com propósitos
Com razões
E deveras com questões
Mas
Continua o divertimento
Continua a perda de tempo , para quê ?
Não sei mas questiono
Não andamos todos entretidos
Com esta brincadeira que é a vida
Sim porque se choramos quando suspiramos pela primeira vez como criança não será melhor rir durante a vida inteira
Pensado
Sim
Vale a pena o entretenimento
Afinal
Tudo não passa de um passa_tempo
Até …………..o prazer deixar de ser ?
Pergunto eu
Thursday, 24 July 2008
Sentado num monte de Areia
Tudo concentrado
Tudo obstinado
Tudo vazio alienado
Para não dizer mamado
Olho para o lado
E vejo construções
Algumas feitas em triângulos
Outros tantos em quadrados
Olho para o fundo da garrafa
E pergunto
Porque
Porque te pões sol
Não me digas que te vais por do outro lado
Não vás e enche outra vez a minha garrafa
Que palavras me faltam para tanto ser atrasado
Queres ver que este não é o tempo
Para estar sentado
Abre-te jorra em mim a luz Sol
Que já estou farto desta garrafa eternamente
Vazia eternamente ………..
Tira-lhe o m de mamado
São e somos todos
E tu garrafa vazia
Para que serves
Se não para ……ahh esquece
Que já me esqueci quanto bebi
Monday, 30 June 2008
será ou sei lá
Que seja feito esta gente
Tais buracos difamados
Não me parece que estejam alinhados
Que no parecer de ser
Nada é o que aparenta
Nada é
O que eu quero dizer
Que num rio de sonhos
Que corre por entre os meus dedos
São visões são sentimentos
Transparentes ilusões
Quais gritos de silencio
Que se fazem ouvir do meu querer
Sou uma imagem
Sou um transparecer
Que venho de além
Passo por aqui
Fico no reflexo deste rio de sonhos
Fico e sou
Um trans para ser
(uma imagem para ser )
Friday, 20 June 2008
Fundo
de imagens
e palavras
pensamentos
e alentos
por vezes fogem-me
daquilo que consigo
tocar
mas nada disso
me faz
parar
parar de alcançar
parar de tentar
abraçar aquilo
que quero
porque basta querer
para meio
acontecer
Silêncio gritante
Sem falar baixo
Simples e simplesmente
O divagar das palavras
O sorriso que contagia
O prazer que faz falar
O prazer de expressão
Seja ela quieta
Seja ela movida
O prazer contagia
Friday, 11 January 2008
pesos leves
Wednesday, 12 December 2007
nús
Percorridos alcançados
Desenhados e desejados
São os estados dos corpos armados
Feitos e amarrados
Viver de palavras que passam a imagens
Imagens que se tornam palavras
Num ciclo desfeito sem sentido
Vive se em livros
Vive se em imagens
Caixas e caixotes
De imagens e andróides
Monday, 23 July 2007
papel
Tuesday, 5 June 2007
#
que todos nós vivemos
que todos nós errantes perdidos
encontram se em todos puros e seres iludidos
objecto versus imagem
o objecto carrega apenas a informação
do que é
mas é apenas
quando a imagem "é" mais .
reproduz e é reproduzida e pela quantidade
"é" mais
«a distribuição da fotografia
ilustra , pois , a decadência
do conceito da "impropriedade" »
a maior da esmeraldas , que vale
aquando numa gaveta fechada , dos mais
ricos palácios , quando o mais pobre dos
fotografos é que a possui