Se o senhor tem medo, faça então crescer mais a sua muralha! você é o seu guarda e você é o seu prisioneiro. Torne-se obediente à servidão. Vá, não vale a pena lutar contra aquilo que você quer ,diga lá, você quer ser escravo. Não se tente enganar, se você não manda em si, você é mandado.
Thursday, 28 April 2011
O meu pequeno encontro com um indivíduo engomado
Se o senhor tem medo, faça então crescer mais a sua muralha! você é o seu guarda e você é o seu prisioneiro. Torne-se obediente à servidão. Vá, não vale a pena lutar contra aquilo que você quer ,diga lá, você quer ser escravo. Não se tente enganar, se você não manda em si, você é mandado.
Friday, 25 March 2011
Cinco Minutos de Aro Para o Ar No Shopping mais perto dele
Fritos e desfeitos
Bolachudos seus endiabrados!
Correm com vagar como loucos desesperados
Erguendo os seus sacos reciclados carregados de baterias ionescas
Mastigam freneticamente o que em tempos também foram sacos
Estes de plástico, agora alçados e pintados
Gesticulando os olhos com esgares de felicidade
Ansiosos por mais um fim de tarde
Rebolam e rebolam o bolo alimentar
Sorriem e lambem o prazer de suas bocas
Por entre os dentes esguicham palavras com pêlos
Ruminam pensamentos embalados pelas luzes de alto consumo
Sobem e descem PARADOS!!! - Parados? Francamente! Que horror, Ides a nenhures? -
Rolam o prazer do mais fatigado
Fantoches endiabrados, belos ursos embalsamados
Felizes nas elevações
Felizes nos camarins de provações,
Ahhh espera da sua banha plastificada, banha emprenhada, periodos de gestação para a sua bela comunhão de alegria cega
ohhh meus filhos da Altura, nem sei o que vos diga
Wednesday, 9 February 2011
Lagoa do Caimão

Tuesday, 1 February 2011
Sessão Onírica, onde se debate a realidade distante.

Thursday, 4 November 2010
O Ser Animus e O Ter Besta
Não tem pernas para caminhar, mas caminha
Não tem olhos para ver, mas vê
Não tem braços para segurar, mas segura tudo o que não vê
Tem pernas para caminhar, mas não caminha
Tem olhos para ver, mas não vê
Tem braços para segurar, mas não segura nada do que vê
Vive na batalha interna pela eternidade do seu ser
Vive para a sua existência condicionada onde pouco lugar existe para a curiosidade
Até porque o gato morreu e todas as suas vidas são repetições daquela que nunca morreu e nunca acabou
São vírgulas sem pensamentos
São exclamações sem palavras
Que dignidade sobra ? senão a de viver cego